sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Vida Profissional
Bom, meus dois primeiros meses de trabalho estão sendo bastante simples. Agora tenho uma rotina. Acordo seis da manhã, saio de casa às sete, chego no trabalho às oito, passo na padaria, tomo café e começo meu expediente às nove em ponto, odeio me atrasar. Meus pacientes têm gostado do meu trabalho e nesses dois meses tenho tido bastante indicação. Descobri que amo trabalhar com crianças e a cada dia tenho mais certeza de que escolhi a profissão certa. Estou me realizando enquanto profissional a cada minuto de trabalho, a cada paciente satisfeito e claro, já tive algumas críticas que aproveitei pra transformar em combustível no meu aperfeiçoamento. É preciso saber crescer com os elogios e com as críticas mais ainda. Em Novembro vou fazer um curso de mini-implante ortodôntico, espero que meus amigos ortodontistas me encaminhem muitos pacientes. Sabe, a única coisa que tenho pra reclamar é o fato de sentir muita dor na coluna. Nós, profissionais de odontologia precisamos prestar mais atenção nas aulas de ergonomia. Tô com medo de ter alguma LER(lesão por esforço repetitivo). Tenho mil coisas pra escrever mas o trabalho me deixa exausta e não consigo ficar muito tempo na frente do computador. Em breve terei mais notícias...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O que os pacientes temem?
Bom, pra falar do que os pacientes temem tive que conversar com alguns deles e também com alguns profissionais! Durante a faculdade tive uma disciplina chamada Odontologia do Trabalho, onde aprendemos desde marketing até os diferentes tipos de comportamento dos pacientes no consultório!
Basicamente após conversar com pacientes de várias idades e após concluir essa disciplina cheguei à uma conclusão:
Os pacientes com mais idade têm muito medo de ir ao dentista, muito embora eles reconheçam que seja necessário e agora vão sem reclamar, pois dizem: "Se tivesse cuidado dos meus dentes desde criança hoje eu os teria em minha boca". Pois é! a grande maioria dos pacientes acima de 60 anos usam prótese total. Logo, a atenção deve ser voltada para a manutenção dos tecidos bucais e da prótese. Devemos atentar também para a presença de lesões nos tecidos que podem indicar a presença de um carcinoma. Pude perceber que a grande maioria das pessoas que utilizam prótese não realizam de forma adequada a higiene bucal e a higiene da prótese. Mas isso é um assunto pra outra ocasião! Esses pacientes reclamam de uma odontologia que conheceram em sua juventude com anestésicos ineficazes e voltada à remoção da dor, ou seja, a extração!
Os pacientes mais jovens temem ir ao dentista por causa das experiências transmitidas por seus avós e pais. normalmente eles chegam ao consultório bastante apreensivos e com muitas interrogações: será que vai doer igual doeu com minha vó? será que vou ter que perder um dente igual ao meu pai?
Bom, o que precisamos em primeiro lugar é ter paciência!!! E mostrar na prática a esses pacientes que a odontologia não é mais a mesma, apesar de ser bastante incômoda. Bom, a prevenção agora é o foco da odontologia, mas até durante a anamnese onde você conversa com o paciente e faz as instruções de higiene, ele fica tão tenso que nem houve você direito. Nessa hora é preciso ter jogo de cintura e fazer com que o paciente se sinta relaxado pra perceber que você, o profissional cirurgião-dentista, não é um bicho de sete cabeças!!!
A mídia nos fez o favor de exibir a nossa profissão como um intrumento de tortura! As crianças que assistem NEMO morrem de medo de dentista, isso segundo uma ex-professora minha. Segundo ela, algumas crianças disseram que não gostavam de dentista porque "o dentista do NEMO era mau". Desenhos e filmes que achamos inofensivos transmitem imagens muito ruins a nosso respeito, principalmente para a mente das crianças. O odontopediatra também precisa utilizar recursos que mudem a opnião das crianças, sem pressioná-las e isso pode ser feito através do diálogo.
O diálogo constitui um importante instrumento que devemos utilizar para criar um vínculo de confiança com o nosso paciente. Se houver plena confiança por parte do paciente, mesmo que ele sinta um desconforto, uma "dorzinha" durante um procedimento ele entenderá que você não fez por mal como alguns pacientes costumam pensar. Outro ponto importante é ser sincero com o paciente, dizer a ele as etapas do procedimento e se houver a possibilidade dele vir a sentir dor comunique-o! Ele vai estar preparado! É melhor do que mentir e dizer que não vai doer nada! Isso poderá fazer com que ele perca a confiança em você e ainda fará você perder outros clientes! Lembre-se cliente satisfeito é uma fonte segura de marketing melhor que qualquer propaganda no rádio ou na TV!
Li um artigo interessante sobre o tipo de paciente "Lady Kate", aquele que reclama de tudo e é exigente pra caramba, pois afinal ele "tá pagano"!
O diálogo também tende a funcionar com esses pacientes, uma vez que se sentirem acolhidos por você e não só meras cobaias humanas! Em corcordância com o autor do artigo, penso que esses pacientes colocam o fato de estarem pagando como um mecanismo de defesa! Eles acham que estão protegidos pelo dinheiro que estão investindo no tratamento. Na verdade, eles não sabem nada de odontologia e só querem garantir que sairão do consultório com uma saúde bucal e uma estética melhor do que quando entraram. Temos que compreendê-los, tranquilizá-los, informá-los e tirar suas dúvidas! E não há forma melhor de fazer isso do que através de um bom diálogo!!!
Podemos dizer que os pacientes apresentam mais ansiedade do que medo! Isso porque a maioria dos pacientes que dizem ter medo de dentista, nunca nem sequer passaram por algum tipo de procedimento, então o medo que sentem é subjetivo, foi passado através de experiências "aumentadas" de parentes e amigos. Os pacientes que já passaram por algum procedimento doloroso como tratamento endodôntido (de canal), temem sentir o mesmo desconforto! É preciso explicar que nem todo procedimento é igual e que nem sempre ele sentirá dor tratando um canal. O que os pacientes querem na verdade é que você o enxergue como um ser completo e não só como uma boca isolada, entende? Alguns dentistas nem olham nos olhos do paciente, nem perguntam como ele está ou mesmo nem fazem a pergunta mais óbvia:"o que o trouxe aqui?" Isso faz o paciente se sentir mais ansioso ainda, pois está sozinho numa sala, com a boca aberta e tem um pessoa explorando a sua boca e o pior muda! A única coisa que o paciente consegue ver são as sobrancelhas do dentista se apertando como se ele estivesse dizendo pra si: "nossa que coisa horrível!"
Durante o exame explique ao paciente o que está fazendo e como está a saúde bucal dele, com isso ele não prestará atenção nas suas sobrancelhas!
Receba seu paciente com um sorriso, um aperto de mão, pergunte como ele está, o que ele sentiu que o levou ao consultório e pergunte como pode ajudar! Isso já tranquilizará um pouco seu paciente e dará margem pra que ele comece a confiar em você!
Mantenha uma boa comunicação com seu paciente mas também não permita que ele faça você de psicólogo, seja educado sempre, mas saiba quando começar e quando terminar a conversa! extraia o maior número de informações importantes no menor tempo possível, lembrando sempre que seu paciente tem uma boca que está integrada a um corpo e que doenças sistêmicas afetam a saúde bucal e vice-versa!
Fonte do artigo:
http://www.odontosites.com.br/odonto/default2.asp?s=artigos2.asp&id=158&titulo=O_paciente_“Lady_Kate”_
Basicamente após conversar com pacientes de várias idades e após concluir essa disciplina cheguei à uma conclusão:
Os pacientes com mais idade têm muito medo de ir ao dentista, muito embora eles reconheçam que seja necessário e agora vão sem reclamar, pois dizem: "Se tivesse cuidado dos meus dentes desde criança hoje eu os teria em minha boca". Pois é! a grande maioria dos pacientes acima de 60 anos usam prótese total. Logo, a atenção deve ser voltada para a manutenção dos tecidos bucais e da prótese. Devemos atentar também para a presença de lesões nos tecidos que podem indicar a presença de um carcinoma. Pude perceber que a grande maioria das pessoas que utilizam prótese não realizam de forma adequada a higiene bucal e a higiene da prótese. Mas isso é um assunto pra outra ocasião! Esses pacientes reclamam de uma odontologia que conheceram em sua juventude com anestésicos ineficazes e voltada à remoção da dor, ou seja, a extração!
Os pacientes mais jovens temem ir ao dentista por causa das experiências transmitidas por seus avós e pais. normalmente eles chegam ao consultório bastante apreensivos e com muitas interrogações: será que vai doer igual doeu com minha vó? será que vou ter que perder um dente igual ao meu pai?
Bom, o que precisamos em primeiro lugar é ter paciência!!! E mostrar na prática a esses pacientes que a odontologia não é mais a mesma, apesar de ser bastante incômoda. Bom, a prevenção agora é o foco da odontologia, mas até durante a anamnese onde você conversa com o paciente e faz as instruções de higiene, ele fica tão tenso que nem houve você direito. Nessa hora é preciso ter jogo de cintura e fazer com que o paciente se sinta relaxado pra perceber que você, o profissional cirurgião-dentista, não é um bicho de sete cabeças!!!
A mídia nos fez o favor de exibir a nossa profissão como um intrumento de tortura! As crianças que assistem NEMO morrem de medo de dentista, isso segundo uma ex-professora minha. Segundo ela, algumas crianças disseram que não gostavam de dentista porque "o dentista do NEMO era mau". Desenhos e filmes que achamos inofensivos transmitem imagens muito ruins a nosso respeito, principalmente para a mente das crianças. O odontopediatra também precisa utilizar recursos que mudem a opnião das crianças, sem pressioná-las e isso pode ser feito através do diálogo.
O diálogo constitui um importante instrumento que devemos utilizar para criar um vínculo de confiança com o nosso paciente. Se houver plena confiança por parte do paciente, mesmo que ele sinta um desconforto, uma "dorzinha" durante um procedimento ele entenderá que você não fez por mal como alguns pacientes costumam pensar. Outro ponto importante é ser sincero com o paciente, dizer a ele as etapas do procedimento e se houver a possibilidade dele vir a sentir dor comunique-o! Ele vai estar preparado! É melhor do que mentir e dizer que não vai doer nada! Isso poderá fazer com que ele perca a confiança em você e ainda fará você perder outros clientes! Lembre-se cliente satisfeito é uma fonte segura de marketing melhor que qualquer propaganda no rádio ou na TV!
Li um artigo interessante sobre o tipo de paciente "Lady Kate", aquele que reclama de tudo e é exigente pra caramba, pois afinal ele "tá pagano"!
O diálogo também tende a funcionar com esses pacientes, uma vez que se sentirem acolhidos por você e não só meras cobaias humanas! Em corcordância com o autor do artigo, penso que esses pacientes colocam o fato de estarem pagando como um mecanismo de defesa! Eles acham que estão protegidos pelo dinheiro que estão investindo no tratamento. Na verdade, eles não sabem nada de odontologia e só querem garantir que sairão do consultório com uma saúde bucal e uma estética melhor do que quando entraram. Temos que compreendê-los, tranquilizá-los, informá-los e tirar suas dúvidas! E não há forma melhor de fazer isso do que através de um bom diálogo!!!
Podemos dizer que os pacientes apresentam mais ansiedade do que medo! Isso porque a maioria dos pacientes que dizem ter medo de dentista, nunca nem sequer passaram por algum tipo de procedimento, então o medo que sentem é subjetivo, foi passado através de experiências "aumentadas" de parentes e amigos. Os pacientes que já passaram por algum procedimento doloroso como tratamento endodôntido (de canal), temem sentir o mesmo desconforto! É preciso explicar que nem todo procedimento é igual e que nem sempre ele sentirá dor tratando um canal. O que os pacientes querem na verdade é que você o enxergue como um ser completo e não só como uma boca isolada, entende? Alguns dentistas nem olham nos olhos do paciente, nem perguntam como ele está ou mesmo nem fazem a pergunta mais óbvia:"o que o trouxe aqui?" Isso faz o paciente se sentir mais ansioso ainda, pois está sozinho numa sala, com a boca aberta e tem um pessoa explorando a sua boca e o pior muda! A única coisa que o paciente consegue ver são as sobrancelhas do dentista se apertando como se ele estivesse dizendo pra si: "nossa que coisa horrível!"
Durante o exame explique ao paciente o que está fazendo e como está a saúde bucal dele, com isso ele não prestará atenção nas suas sobrancelhas!
Receba seu paciente com um sorriso, um aperto de mão, pergunte como ele está, o que ele sentiu que o levou ao consultório e pergunte como pode ajudar! Isso já tranquilizará um pouco seu paciente e dará margem pra que ele comece a confiar em você!
Mantenha uma boa comunicação com seu paciente mas também não permita que ele faça você de psicólogo, seja educado sempre, mas saiba quando começar e quando terminar a conversa! extraia o maior número de informações importantes no menor tempo possível, lembrando sempre que seu paciente tem uma boca que está integrada a um corpo e que doenças sistêmicas afetam a saúde bucal e vice-versa!
Fonte do artigo:
http://www.odontosites.com.br/odonto/default2.asp?s=artigos2.asp&id=158&titulo=O_paciente_“Lady_Kate”_
domingo, 1 de agosto de 2010
OdontoLive: Clareamento Dental
OdontoLive: Clareamento Dental: "A finalidade do clareamento é bem óbvia. O clareamento visa clarear os dentes que podem escurecer por fatores extrínsecos ou intrínsec..."
Clareamento Dental


A finalidade do clareamento é bem óbvia. O clareamento visa clarear os dentes que podem escurecer por fatores extrínsecos ou intrínsecos. Quanto aos fatores extrínsecos são exemplos o café, fumo, chás, refrigerantes, ou seja, alimentos e bebidas que contenham corante. Um exemplo de fator intrínseco é a deposição de dentina que ocorre gradativa e continuamente ao longo de toda a vida, escurecendo naturalmente os dentes com o passar dos anos.
Existem duas formas de clareamento. Há o clareamento vital e o clareamento não-vital. O clareamento não-vital é realizado em dentes desvitalizados, ou seja, que já sofreram tratamento endodôntico. O clareamento vital é realizado em dentes saudáveis ou que tenham apenas pequenas restaurações em resina, que deverão ser trocadas após a conclusão do clareamento.
Antes de iniciar o clareamento, alguns fatores devem ser analisados, dentre eles a condição periodontal e a situação das restaurações pré-existentes. É necessário realizar remoção de tártaro, cuidar de gengivites e doença periodontal, fazer fechamento provisório de cavidades e avisar ao paciente que após o clareamento as restaurações antigas em resina deverão ser trocadas. O cirurgião-dentista (CD) deve observar também se há retrações gengivais, pois o clareamento normalmente ocasiona sensibilidade dentinária (dor provocada por estímulos térmicos como quente e frio), o que pode ser exarcebado quando retrações estão presentes. Deve-se atentar para a necessidade de encaminhar o paciente a um periodontista para corrigir cirurgicamente a retração antes de realizar o clareamento. Em suma a saúde bucal deve ser reequilibrada antes de iniciar o clareamento dental.
Nos tempos modernos, pesquisadores vem usando substâncias para clarear os dentes desde 1868. Em 1910, as técnicas de clareamento incluíam o uso de peróxido de hidrogênio com instrumento aquecido. Em 1948, o clareamento com cloreto de cálcio foi praticado. A partir de 1960, o perborato de sódio foi introduzido junto ao peróxido de hidrogênio, alcançando melhores resultados. Também em 1960 o clareamento dental caseiro foi proposto nos EUA, tendo ficado adormecido até 1989, quando Haywood e Heymann o descreveram em detalhes. A partir daí, as grandes industrias investiram em pesquisas e marketing, tornando o clareamento dental em uma técnica segura e de grandes resultados a quem a ela se submete. (1)
Os agentes clareadores agem da seguinte forma: O peróxido de hidrogênio, principal componente ativo da quase totalidade dos clareadores, em contato com o dente e por ser altamente instável, se decompõe em dois subprodutos: água e oxigênio. O oxigênio oriundo dessa reação é o responsável pelo clareamento propriamente dito. Devido ao seu baixo peso molecular, ele apresenta um alto poder de penetrar nas porosidades do esmalte dental , deixando-os mais largos e degradando as moléculas de pigmento, tornando-as menores, pouco pigmentadas e até incolores. (1)
O clareamento dental caseiro apresenta algumas vantagens quando comparado ao clareamento a laser: .Menor tempo ocupado na cadeira pelo paciente;
.O gel penetra melhor a estrutura dental aumentando a durabilidade do clareamento durante o clareamento caseiro
Os agentes clareadores mais utilizados atualmente são o peróxido de hidrogênio e o peróxido de carbamida. No consultório eles são utilizados numa concentração que varia entre 30 e 35%. Já para uso caseiro a concentração varia respectivamente entre 1,5 e 7,5% e 10 e 22%.
O clareamento dental seja caseiro ou a laser é seguro e não causa danos à estrutura dental. O único incoveniente é a sensibilidade dentinária que pode ser resolvida com a administração de cremes dentais com flúor, bochechos fluoretados e o uso de flúor gel na mesma moldeira do clareamneto durante o tempo do tratamento.
O clareamento dental caseiro é feito em uma arcada por vez. Primeiro a superior e depois a inferior. Dura em torno de uma a duas semanas para cada arcada. O paciente deve utilizar a moldeira com o gel clareador todos os dias à noite e dormir com a moldeira ou então se preferir utilizar o peróxido de carbamida 22%, só é necessário utilizar a moldeira com o gel durante 30 a 40 minutos diariamente no horário que preferir.
Contra-indicações (1):
1- Pacientes grávidas
2- Pacientes com hipersensibilidade dentinária severa
3- Pacientes com recessão gengival severa
4- Pacientes especiais (portadores de deficiências mentais ou psicomotoras)
5- Paciente com história de alergia a qualquer componente da fórmula do produto clareador
6- Pacientes com úlceras e feridas nas gengivas e mucosas bucais
7- Pacientes com história de lesões malignas (câncer) ou pré-cancerizáveis
Para mais informações deixe comentários ou procure seu dentista!
FONTE (1): http://www.clareamentodental.com.br/historico.htm
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Não é uma notícia sobre odontologia, mas as dentistas vão adorar!!!
Para alegria das mulheres as células-tronco agora são uma fonte da juventude! Tratamentos com células-tronco para redução de rugas e linhas de expressão já são realidade!
Para saber mais acesse o link:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1170359-5605,00-PESQUISADORA+MOSTRA+EM+SP+QUE+CELULASTRONCO+PODEM+ATENUAR+AS+RUGAS.html
Para saber mais acesse o link:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1170359-5605,00-PESQUISADORA+MOSTRA+EM+SP+QUE+CELULASTRONCO+PODEM+ATENUAR+AS+RUGAS.html
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Restauração em dentes decíduos anteriores utilizando a técnica da coroa de celulóide
Quando dentes decíduos (dentes de leite) encontram-se bastante cariados e a extração é contra-indicada o melhor método para reconstruir o dentinho é a técnica da coroa de celulóide. Primeiro o dente recebe tratamento endodôntico, pois como o grau de destruição é grande haverá a necessidade de usar um pino intra-radicular, ou seja, colocar um pino dentro do canal do dente para reter a restauração. Algumas pessoas utilizam pinos de fibra de vidro, mas há a possibilidade de se utilizar fio de ortodontia para confeccionar um pino intra-radicular (custo menor comparado ao pino de fibra de vidro). Também é possível utilizar o cimento de ionômero de vidro (CIV) para revestir o pino (munhão de civ ao invés de munhão de resina), principalmente porque o civ libera flúor, que atua na estrutura dental remanescente (o que restou do dente). E a restauração externa deverá ser de resina microhíbrida (como é mais resistente, suportará melhor as forças geradas durante a guia incisiva e mastigação) para manter a estética agradavél. O fato da técnica precisar de isolamento absoluto também é importante, já que este é um grande auxiliar no controle do comportamento infantil na clínica odontológica, atuando de forma positiva. Algumas crianças depois de anestesiadas e isoladas até dormem na cadeira, o que facilita bastante o nosso trabalho. Enquanto que sem isolamento absoluto fica muito mais difícil controlar a criança e confeccionar restaurações.
Fonte:http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/html/929/92960110/92960110.html
Fonte:http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/html/929/92960110/92960110.html
quarta-feira, 28 de julho de 2010
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